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tecnologia que tudo pode
Por: Ángel Kalenberg  em: Qua 27 of Jan, 2010 [16:58 UTC]  (149 leituras)
Nota: (5.00/10)
A propósito do livro Arte, Ciência e Tecnologia. Passado, presente e desafios (2009) organizado por Diana Domingues e editado pela editora Unesp e Itaú Cultural
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LAPIS/X REDUX - atualização e expansão de um projeto de arte eletrônica
Por: Carlos Fadon Vicente  em: Qua 28 of Oct, 2009 [18:43 UTC]  (625 leituras)
Segundo o Blog do Instituto Sergio Motta, "a obra de Carlos Fadon Vicente é uma das mais sólidas e rigorosas no terreno da cultura informática". Vencedor do prêmio Hors Concours da 8ª edição do Prêmio Sergio Motta, Fadon descreve, no presente texto, a atualização de um projeto de arte eletrônica que acabou de completar dez anos.
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tudo está por reinventar
Por: Fábio Fernandes  em: Qui 22 of Jan, 2009 [18:17 UTC]  (2646 leituras)
Nota: (5.00/10)
Um dos artífices da “interatividade de segunda ordem" (idéia derivada da cibernética de segunda ordem), Edmond Couchot, lançou recentemente uma obra na qual analisa os processos e métodos da chamada arte tecnológica. Certamente, o meio digital impera em suas considerações; o que é benéfico: imprime qualidades à interatividade. Os meios analógicos funcionam mais como “atravessadores”; já os digitais, assemelham-se mais a “mediadores”. Mas isso não é tudo, como mostra a resenha a seguir.
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espectros e tragédias
Por: Guilherme Kujawski  em: Ter 02 of Dec, 2008 [15:40 UTC]  (6822 leituras)
Na última semana de novembro de 2008, o simpósio Arte.mov chegou à São Paulo. Um dos painéis girou em torno de como o espaço físico e espectral pode ser encarado como uma espécie de bem comum (commons). O espectro eletromagnético não é uma quitinete apertada, mas sim um enorme pasto etéreo onde artistas se tornam produtores (no sentido benjaminiano) e usuários finais broadcasters. Para tanto, necessitam de máquinas de guerra, como o SDR (software defined radio), técnica que permite que vários sinais trafeguem na mesma freqüência.
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dez anos à frente de seu tempo
Por: Fábio Fernandes  em: Qua 03 of Sep, 2008 [17:57 UTC]  (3843 leituras)
“Parece que foi ontem”, ao se falar de viagens no tempo, pode ser uma afirmação literal, e não um clichê. Mas, em nossa linha de tempo real, 2008 marca a comemoração de dez anos do Projeto Intempol, o primeiro (e até hoje único) projeto de Ficção Científica Brasileira multimídia. Criado e capitaneado pelo designer gráfico e atual professor titular da Universidade Federal do Espírito Santo, o carioca Octavio Aragão comeu o pão que H.G.Wells amassou, mas emerge no cenário atual como referência para a nova geração de artistas e criadores do gênero. CIBERCULTURA entrevista Octavio Aragão para conhecer melhor o conceito por trás da Intempol e seus desdobramentos.
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a arte cibernética de segunda ordem
Por: Guilherme Kujawski  em: Ter 02 of Sep, 2008 [17:55 UTC]  (5721 leituras)
Ensaio sobre um filão da “new media art” chamada de arte cibernética, mais especificamente, a que valoriza aspectos da Nova Cibernética (cibernética de segunda ordem), que inclui a subjetividade nos circuitos de realimentação. Antes de entrar em considerações sobre essa forma de expressão, há uma reflexão sobre a idéia de “perspectiva” e como operar formas de subversões de pontos de vista, incluindo outras modalidades perceptivas a afetivas.
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um gênero inominável
Por: Fábio Fernandes  em: Qua 21 of Maio, 2008 [18:10 UTC]  (3021 leituras)
Como no livro “O Inominável”, de Beckett, certas coisas simplesmente não podem ser definidas, porque não há nome que as contenha (e acaso existe nome que contenha inteiramente aquilo que é nomeado? Pausa para reflexão). A idéia se aplica com perfeição a uma nova vertente da literatura fantástica.
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a filosofia é desnecessária
Por: Edilamar Galvão  em: Seg 05 of Maio, 2008 [17:30 UTC]  (3188 leituras)
Caso raro de conte philosophique narrado em cadência de ficção científica, o presente texto alude aos princípios civilizatórios - e, de quebra, às inquietações existenciais que acometem seus atores - sob o ponto de vista de um alienígena. Edilamar Galvão, professora de Comunicação e Semiótica na FAAP e na pós graduação de História da Arte na mesma universidade, desenvolveu o conto após uma série de conversas sobre estética e filosofia junto aos integrantes do Itaulab.
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mapas maiores que territórios
Por: Fabio Fernandes  em: Seg 03 of Mar, 2008 [13:46 UTC]  (3124 leituras)
Nota: (5.00/10)
A realidade atropelou a ficção científica? Ou, como diz o escritor Bruce Sterling: o melhor futurista é aquele que prevê o presente? Já virou clichê essa história de que a FC morreu porque a realidade a superou. Um gênero literário não morre porque a realidade o atropela. Um gênero literário é ficcional, e sempre estará tão distante da realidade (e ao mesmo tempo tão perto) quanto Aquiles da tartaruga no paradoxo de Zenão. Faraway, so close: perto mas nunca se tocam.
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tsunami contemporâneo
Por: Guilherme Kujawski  em: Ter 12 of Feb, 2008 [19:32 UTC]  (2300 leituras)
Nota: (5.00/10)
Ásia, fronteira final. No que diz respeito às novas fronteiras da arte contemporânea, os usuais suspeitos já deram tudo o que tinham que dar. O fôlego das bienais e trienais, renovado pelas tentativas de escape do eixo anglo-europeu possibilitado pela globalização, garante apenas uma leve sobrevida, que logo empalidece perante o poder de fogo do que está se anuviando hoje no continente asiático. Os que comandam agora as negociações simbólicas não são mais os chefes da hegemonia, mas justamente os execrados pelo candidato republicano John McCain.
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