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[com]partilhar: o axioma da internet
Por: Helena Klang
em: Qui 12 of Aug, 2010 [17:06 UTC]
(2904 leituras)
A partir da recente condenação dos administradores do portal sueco The Pirate Bay este artigo propõe uma reflexão sobre as premissas que motivaram o surgimento da Internet. Também investiga o discurso e a atuação de ativistas pró-pirataria apresentando uma curiosa inversão de olhar nos movimentos juvenis de ideal libertário: de vilão, símbolo de dominação na década de 60, o computador – e com ele a internet – passou a ser visto hoje como símbolo de resistência.
(Artigo científico apresentado ao eixo temático “Vigilância, ciberativismo e poder”, do III Simpósio Nacional da ABCiber. Helena Klang é mestranda do programa de pós-graduação em comunicação PPGCOM-UERJ na linha de pesquisa “Tecnologias da Comunicação e Cultura”, com a orientação de Erick Felinto. É bolsista da Fundação Casa de Rui Barbosa, na área de políticas culturais)
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tecnologia que tudo pode
Por: Ángel Kalenberg
em: Qua 27 of Jan, 2010 [16:58 UTC]
(5209 leituras)
A propósito do livro Arte, Ciência e Tecnologia. Passado, presente e desafios (2009) organizado por Diana Domingues e editado pela editora Unesp e Itaú Cultural
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LAPIS/X REDUX - atualização e expansão de um projeto de arte eletrônica
Por: Carlos Fadon Vicente
em: Qua 28 of Oct, 2009 [18:43 UTC]
(4142 leituras)
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Segundo o Blog do Instituto Sergio Motta, "a obra de Carlos Fadon Vicente é uma das mais sólidas e rigorosas no terreno da cultura informática". Vencedor do prêmio Hors Concours da 8ª edição do Prêmio Sergio Motta, Fadon descreve, no presente texto, a atualização de um projeto de arte eletrônica que acabou de completar dez anos.
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tudo está por reinventar
Por: Fábio Fernandes
em: Qui 22 of Jan, 2009 [18:17 UTC]
(5820 leituras)
Um dos artífices da “interatividade de segunda ordem" (idéia derivada da cibernética de segunda ordem), Edmond Couchot, lançou recentemente uma obra na qual analisa os processos e métodos da chamada arte tecnológica. Certamente, o meio digital impera em suas considerações; o que é benéfico: imprime qualidades à interatividade. Os meios analógicos funcionam mais como “atravessadores”; já os digitais, assemelham-se mais a “mediadores”. Mas isso não é tudo, como mostra a resenha a seguir.
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espectros e tragédias
Por: Guilherme Kujawski
em: Ter 02 of Dec, 2008 [15:40 UTC]
(10741 leituras)
Na última semana de novembro de 2008, o simpósio Arte.mov chegou à São Paulo. Um dos painéis girou em torno de como o espaço físico e espectral pode ser encarado como uma espécie de bem comum (commons). O espectro eletromagnético não é uma quitinete apertada, mas sim um enorme pasto etéreo onde artistas se tornam produtores (no sentido benjaminiano) e usuários finais broadcasters. Para tanto, necessitam de máquinas de guerra, como o SDR (software defined radio), técnica que permite que vários sinais trafeguem na mesma freqüência.
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dez anos à frente de seu tempo
Por: Fábio Fernandes
em: Qua 03 of Sep, 2008 [17:57 UTC]
(6805 leituras)
“Parece que foi ontem”, ao se falar de viagens no tempo, pode ser uma afirmação literal, e não um clichê. Mas, em nossa linha de tempo real, 2008 marca a comemoração de dez anos do Projeto Intempol, o primeiro (e até hoje único) projeto de Ficção Científica Brasileira multimídia. Criado e capitaneado pelo designer gráfico e atual professor titular da Universidade Federal do Espírito Santo, o carioca Octavio Aragão comeu o pão que H.G.Wells amassou, mas emerge no cenário atual como referência para a nova geração de artistas e criadores do gênero. CIBERCULTURA entrevista Octavio Aragão para conhecer melhor o conceito por trás da Intempol e seus desdobramentos.
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a arte cibernética de segunda ordem
Por: Guilherme Kujawski
em: Ter 02 of Sep, 2008 [17:55 UTC]
(14675 leituras)
Ensaio sobre um filão da “new media art” chamada de arte cibernética, mais especificamente, a que valoriza aspectos da Nova Cibernética (cibernética de segunda ordem), que inclui a subjetividade nos circuitos de realimentação. Antes de entrar em considerações sobre essa forma de expressão, há uma reflexão sobre a idéia de “perspectiva” e como operar formas de subversões de pontos de vista, incluindo outras modalidades perceptivas a afetivas.
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um gênero inominável
Por: Fábio Fernandes
em: Qua 21 of Maio, 2008 [18:10 UTC]
(5891 leituras)
Como no livro “O Inominável”, de Beckett, certas coisas simplesmente não podem ser definidas, porque não há nome que as contenha (e acaso existe nome que contenha inteiramente aquilo que é nomeado? Pausa para reflexão). A idéia se aplica com perfeição a uma nova vertente da literatura fantástica.
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a filosofia é desnecessária
Por: Edilamar Galvão
em: Seg 05 of Maio, 2008 [17:30 UTC]
(6436 leituras)
Caso raro de conte philosophique narrado em cadência de ficção científica, o presente texto alude aos princípios civilizatórios - e, de quebra, às inquietações existenciais que acometem seus atores - sob o ponto de vista de um alienígena. Edilamar Galvão, professora de Comunicação e Semiótica na FAAP e na pós graduação de História da Arte na mesma universidade, desenvolveu o conto após uma série de conversas sobre estética e filosofia junto aos integrantes do Itaulab.
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mapas maiores que territórios
Por: Fabio Fernandes
em: Seg 03 of Mar, 2008 [13:46 UTC]
(5567 leituras)
A realidade atropelou a ficção científica? Ou, como diz o escritor Bruce Sterling: o melhor futurista é aquele que prevê o presente? Já virou clichê essa história de que a FC morreu porque a realidade a superou. Um gênero literário não morre porque a realidade o atropela. Um gênero literário é ficcional, e sempre estará tão distante da realidade (e ao mesmo tempo tão perto) quanto Aquiles da tartaruga no paradoxo de Zenão. Faraway, so close: perto mas nunca se tocam.
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