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        <title>Fonte RSS para artigos</title>
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        <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-articles_rss.php?ver=2</link>
        <lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 21:12:51 +0100</lastBuildDate>
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            <title>logo do tikiwiki</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/home.php</link>
            <description><![CDATA[Feed provided by http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/home.php. Click to visit.]]></description>
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        <language>pt-br</language>
        <item>
            <title>[com]partilhar: o axioma da internet</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=71</link>
            <description><![CDATA[A partir da recente condenação dos administradores do portal sueco The Pirate Bay este artigo propõe uma reflexão sobre as premissas que motivaram o surgimento da Internet. Também investiga o discurso e a atuação de ativistas pró-pirataria apresentando uma curiosa inversão de olhar nos movimentos juvenis de ideal libertário: de vilão, símbolo de dominação na década de 60, o computador – e com ele a internet – passou a ser visto hoje como símbolo de resistência.<br />
<br />
(Artigo científico apresentado ao eixo temático “Vigilância, ciberativismo e poder”, do III Simpósio Nacional da ABCiber. Helena Klang é mestranda do programa de pós-graduação em comunicação PPGCOM-UERJ na linha de pesquisa “Tecnologias da Comunicação e Cultura”, com a orientação de Erick Felinto. É bolsista da Fundação Casa de Rui Barbosa, na área de políticas culturais)<br />
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            <author>kuja</author>
            <pubDate>Thu, 12 Aug 2010 17:06:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>tecnologia que tudo pode</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=70</link>
            <description><![CDATA[A propósito do livro Arte, Ciência e Tecnologia. Passado, presente e desafios (2009) organizado por Diana Domingues e editado pela editora Unesp e Itaú Cultural<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Wed, 27 Jan 2010 15:58:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>LAPIS/X REDUX - atualização e expansão de um projeto de arte eletrônica</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=69</link>
            <description><![CDATA[Segundo o Blog do Instituto Sergio Motta, "a obra de Carlos Fadon Vicente é uma das mais sólidas e rigorosas no terreno da cultura informática". Vencedor do prêmio Hors Concours da 8ª edição do Prêmio Sergio Motta, Fadon descreve, no presente texto, a atualização de um projeto de arte eletrônica que acabou de completar dez anos.<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Wed, 28 Oct 2009 17:43:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>tudo está por reinventar</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=68</link>
            <description><![CDATA[Um dos artífices da “interatividade de segunda ordem" (idéia derivada da cibernética de segunda ordem), Edmond Couchot, lançou recentemente uma obra na qual analisa os processos e métodos da chamada arte tecnológica. Certamente, o meio digital impera em suas considerações; o que é benéfico: imprime qualidades à interatividade. Os meios analógicos funcionam mais como “atravessadores”; já os digitais, assemelham-se mais a “mediadores”. Mas isso não é tudo, como mostra a resenha a seguir.<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Thu, 22 Jan 2009 17:17:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>espectros e tragédias</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=67</link>
            <description><![CDATA[Na última semana de novembro de 2008, o simpósio Arte.mov chegou à São Paulo. Um dos painéis girou em torno de como o espaço físico e espectral pode ser encarado como uma espécie de bem comum (<i>commons</i>). O espectro eletromagnético não é uma quitinete apertada, mas sim um enorme pasto etéreo onde artistas se tornam produtores (no sentido benjaminiano) e usuários finais broadcasters. Para tanto, necessitam de máquinas de guerra, como o SDR (<i>software defined radio</i>), técnica que permite que vários sinais trafeguem na mesma freqüência.<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Tue, 02 Dec 2008 14:40:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>dez anos à frente de seu tempo</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=66</link>
            <description><![CDATA[“Parece que foi ontem”, ao se falar de viagens no tempo, pode ser uma afirmação literal, e não um clichê. Mas, em nossa linha de tempo real, 2008 marca a comemoração de dez anos do Projeto Intempol, o primeiro (e até hoje único) projeto de Ficção Científica Brasileira multimídia. Criado e capitaneado pelo designer gráfico e atual professor titular da Universidade Federal do Espírito Santo, o carioca Octavio Aragão comeu o pão que H.G.Wells amassou, mas emerge no cenário atual como referência para a nova geração de artistas e criadores do gênero. CIBERCULTURA entrevista Octavio Aragão para conhecer melhor o conceito por trás da Intempol e seus desdobramentos.<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Wed, 03 Sep 2008 17:57:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>a arte cibernética de segunda ordem</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=65</link>
            <description><![CDATA[Ensaio sobre um filão da “new media art” chamada de arte cibernética, mais especificamente, a que valoriza aspectos da Nova Cibernética (cibernética de segunda ordem), que inclui a subjetividade nos circuitos de realimentação. Antes de entrar em considerações sobre essa forma de expressão, há uma reflexão sobre a idéia de “perspectiva” e como operar formas de subversões de pontos de vista, incluindo outras modalidades perceptivas a afetivas.<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Tue, 02 Sep 2008 17:55:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>um gênero inominável</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=64</link>
            <description><![CDATA[Como no livro “O Inominável”, de Beckett, certas coisas simplesmente não podem ser definidas, porque não há nome que as contenha (e acaso existe nome que contenha inteiramente aquilo que é nomeado? Pausa para reflexão). A idéia se aplica com perfeição a uma nova vertente da literatura fantástica.<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Wed, 21 May 2008 18:10:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>a filosofia é desnecessária</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=63</link>
            <description><![CDATA[Caso raro de <i>conte philosophique</i> narrado em cadência de ficção científica, o presente texto alude aos princípios civilizatórios - e, de quebra, às inquietações existenciais que acometem seus atores - sob o ponto de vista de um alienígena. Edilamar Galvão, professora de Comunicação e Semiótica na FAAP e na pós graduação de História da Arte na mesma universidade, desenvolveu o conto após uma série de conversas sobre estética e filosofia junto aos integrantes do Itaulab.<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Mon, 05 May 2008 17:30:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>mapas maiores que territórios</title>
            <link>http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-read_article.php?articleId=62</link>
            <description><![CDATA[A realidade atropelou a ficção científica? Ou, como diz o escritor Bruce Sterling: o melhor futurista é aquele que prevê o presente? Já virou clichê essa história de que a FC morreu porque a realidade a superou. Um gênero literário não morre porque a realidade o atropela. Um gênero literário é ficcional, e sempre estará tão distante da realidade (e ao mesmo tempo tão perto) quanto Aquiles da tartaruga no paradoxo de Zenão. <i>Faraway, so close</i>: perto mas nunca se tocam.<br />
]]></description>
            <author>kuja</author>
            <pubDate>Mon, 03 Mar 2008 13:46:00 +0100</pubDate>
        </item>
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